Movimentando o Verbo Negro.
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
Jimmy Cliff a lenda – O Embaixador do Reggae que Encantou o Mundo.
terça-feira, 18 de novembro de 2025
Brandão e sua escolha. Do gesto provisório ao legado permanente: a luta pela Secretaria Estadual de Igualdade Racial no Maranhão .
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
RACISMO ALGORÍTMICO: A TECNOLOGIA COMO ARMA DE CONTROLE SOCIAL.
segunda-feira, 23 de junho de 2025
Racistas Fora da Advocacia: OAB Dá Passo Histórico e Resgata Legado de Luta de Advogados Negros e Negras Abolicionistas.
sexta-feira, 6 de junho de 2025
A Sentença de Léo Lins: Justiça para Além do Humor, um Olhar Crítico sobre o Sistema
quarta-feira, 4 de junho de 2025
Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável para Povos e Comunidades Tradicionais: Uma Construção Coletiva.
quinta-feira, 2 de novembro de 2023
Saúde do homem, 365 dias de precaução.
A saúde do homem é um tema de grande importância, mas que muitas vezes é negligenciado em nossa sociedade. No Brasil, o Ministério da Saúde criou a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) com o objetivo de promover a melhoria das condições de saúde da população masculina brasileira1. Apesar do aumento da expectativa de vida entre 2000 e 2018, os homens ainda vivem 7,1 anos a menos que as mulheres1. Além disso, os homens morrem mais do que as mulheres, na maioria das causas de óbitos, e em todas as faixas etárias até 80 anos1.
No entanto, falar sobre a saúde do homem pode ser um desafio em uma sociedade que ainda carrega preconceitos e estereótipos de gênero. Muitos homens evitam procurar atendimento médico por medo ou vergonha, e isso pode levar ao diagnóstico tardio de várias doenças2. Além disso, a falta de programas voltados especificamente para as demandas de saúde masculina é um obstáculo para a promoção da saúde do homem2.
Existem vários métodos para detectar doenças em homens. Por exemplo, o teste de PSA é usado para detectar o câncer de próstata3, enquanto exames de sangue podem ser usados para detectar doenças cardiovasculares e diabetes4. Além disso, exames oftalmológicos podem identificar doenças como glaucoma e catarata, bem como outras condições sistêmicas como diabetes e hipertensão5.
Quanto aos profissionais de saúde a serem procurados, os homens devem visitar regularmente um clínico geral para check-ups regulares. Além disso, a partir dos 50 anos, é recomendado que os homens visitem um cardiologista anualmente5. Outros profissionais importantes incluem o urologista, que trata de problemas do sistema urinário e reprodutivo masculino6, e o oftalmologista, que pode detectar problemas oculares comuns em homens mais velhos5.
Em conclusão, é crucial que os homens cuidem de sua saúde e busquem atendimento médico regularmente. A promoção da saúde do homem não deve ser limitada a um mês ou dia específico - é um exercício contínuo que deve ser praticado 365 dias por ano. Portanto, convido todos os leitores a cuidarem de sua saúde, debaterem sobre ela e incentivarem outros homens em suas vidas a fazerem o mesmo.
Jucelio Franco
Coordenador do Instituto Agontinmê
Coordenador do Coletivo Homens, falando de sua saúde.
terça-feira, 17 de outubro de 2023
OS CONFLITOS EM ÁFRICA E O SILÊNCIO GLOBAL.
A África é um continente marcado por uma longa história de colonização, exploração e violência. Apesar de muitos países terem conquistado sua independência política, a herança colonial ainda se reflete nas fronteiras artificiais, nas desigualdades socioeconômicas, nas disputas étnicas e religiosas e na dependência de potências externas. Esses fatores contribuem para a eclosão e a persistência de diversos conflitos armados na África, que causam milhares de mortes, deslocamentos, violações de direitos humanos e crises humanitárias.
Segundo o Conselho de Relações Exteriores, uma organização não governamental dos Estados Unidos, existem atualmente 35 conflitos ativos na África, envolvendo 35 países do continente. Alguns dos mais graves são:
- A guerra civil no Sudão do Sul, que começou em 2013 após um golpe fracassado contra o presidente Salva Kiir. O conflito opõe as forças leais a Kiir e os rebeldes liderados por seu ex-vice-presidente Riek Machar, que pertencem a grupos étnicos rivais. Apesar de vários acordos de paz, a violência continua, deixando mais de 400 mil mortos e cerca de 4 milhões de refugiados e deslocados internos.
- A guerra civil na Líbia, que teve início em 2011 após a queda do ditador Muammar Gaddafi. O país está dividido entre dois governos rivais: o Governo do Acordo Nacional (GAN), reconhecido pela ONU e apoiado pela Turquia e pelo Catar, e o Exército Nacional Líbio (ENL), liderado pelo general Khalifa Haftar e apoiado pela Rússia, Egito e Emirados Árabes Unidos. O conflito já causou mais de 25 mil mortes e cerca de 1,2 milhão de deslocados internos.
- A guerra civil na Etiópia, que eclodiu em 2020 após o primeiro-ministro Abiy Ahmed enviar tropas federais para a região do Tigré, no norte do país. A região é controlada pelo partido Frente de Libertação Popular do Tigré (FLPT), que se opõe às reformas políticas de Abiy. O conflito se internacionalizou com a intervenção da Eritreia, aliada do governo federal, e do Sudão, que acolhe os refugiados tigréanos. Estima-se que mais de 50 mil pessoas tenham morrido e cerca de 2 milhões tenham fugido de suas casas.
Esses são apenas alguns exemplos dos conflitos que assolam o continente africano e que muitas vezes são ignorados ou minimizados pela mídia global. A falta de cobertura jornalística sobre essas crises contribui para o silêncio e a indiferença da comunidade internacional, que raramente intervém para prevenir ou resolver os conflitos. Além disso, há interesses colonialistas por trás desse silêncio, pois muitos países ocidentais se beneficiam da instabilidade política e da exploração dos recursos naturais da África.
A ONU também tem sido criticada por sua ineficácia ou inação diante dos conflitos africanos. Apesar de ter várias missões de paz no continente, a ONU enfrenta dificuldades para garantir a segurança dos civis, proteger os direitos humanos, promover o diálogo político e facilitar a ajuda humanitária. Muitas vezes, as resoluções do Conselho de Segurança são bloqueadas ou desrespeitadas pelos países envolvidos nos conflitos ou por seus aliados.
Diante desse cenário, é urgente que os africanos do continente e da diáspora negra se mobilizem para denunciar as violências que sofrem seus irmãos e irmãs em diferentes partes da África. É preciso criar uma rede sistemática de comunicação para divulgar as realidades dos conflitos e sensibilizar a opinião pública mundial. É preciso também encontrar caminhos de solidariedade com os povos envolvidos em meio a essas guerras e conflitos, apoiando suas lutas por justiça, liberdade e dignidade. Convidamos todos os africanos e diasporanos a se engajarem nessa reflexão e ação.
Jucelio Franco
Coordenador do Instituto Agontinmê
Coordenador do Coletivo Homens, falando de sua saúde.
quarta-feira, 4 de outubro de 2023
CÂNCER DE MAMA EM HOMENS
O câncer de mama em homens é uma realidade que, embora menos comum do que em mulheres, merece atenção e conscientização. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), os casos de câncer de mama em homens representam cerca de 1% do total12. Em 2020, foram registrados 207 óbitos de homens por câncer de mama no Brasil1.
A dificuldade e os tabus em torno do câncer de mama em homens muitas vezes estão relacionados à falta de informação e à percepção equivocada de que se trata exclusivamente de uma doença feminina. Isso pode levar a diagnósticos tardios e, consequentemente, a um tratamento mais complexo.
O autoexame é uma ferramenta importante para a detecção precoce do câncer de mama, tanto em mulheres quanto em homens34. Homens também devem realizar autoexames constantes da mama, idealmente a cada três meses5.
Quando se trata do diagnóstico do câncer de mama em homens, os mesmos exames realizados nas mulheres são geralmente aplicados: mamografia, ultrassom das mamas e ressonância magnética das mamas678. O diagnóstico é confirmado por meio da biópsia do nódulo e análise do patologista9.
O tratamento do câncer de mama masculino é similar ao feminino, baseando-se no uso isolado ou combinação dos seguintes métodos: cirurgia, radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia conforme o estadiamento10111213.
Acompanhamento médico regular é crucial para monitorar a progressão da doença e ajustar o tratamento conforme necessário. A equipe médica pode incluir especialistas como cirurgião, oncologista e radiooncologista, além de enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes sociais e psicólogos11.
A divulgação e propagação da conscientização sobre o câncer de mama em homens são fundamentais para combater os tabus existentes e promover a detecção precoce. No Brasil, estima-se que sejam diagnosticados pelo menos 500 casos anuais de câncer de mama em homens14. Ainda assim, muitos homens não estão cientes do risco.Por fim, é importante lembrar que os homens também são convidados a participar do Outubro Rosa15, uma campanha anual destinada a aumentar a conscientização sobre o câncer de mama. A participação dos homens pode assumir muitas formas, desde usar uma peça rosa ou um laço rosa no peito até conversar com as mulheres mais próximas sobre a importância da detecção precoce.
Portanto, vamos juntos nessa luta contra o câncer de mama. Homens também podem ser afetados e têm um papel importante na conscientização sobre essa doença.
terça-feira, 3 de outubro de 2023
MULHERES NEGRAS, DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO CÂNCER DE MAMA.
segunda-feira, 11 de setembro de 2023
A intolerância religiosa contra os povos tradicionais de terreiros de matrizes africanas no Brasil
A intolerância religiosa contra os povos tradicionais de terreiros de matriz africana no Brasil é uma questão preocupante e persistente. Essas religiões, que incluem o candomblé e a umbanda, são parte da diversidade religiosa do Brasil e têm uma forte ligação com a cultura africana1. No entanto, apesar de sua rica história e contribuição para a sociedade brasileira, essas comunidades enfrentam frequentemente atos de violência e discriminação.
Um exemplo recente ocorreu em São Luís, Maranhão, onde membros do Terreiro de Mina do pai de santo, Nery da Oxum, registraram um boletim de ocorrência contra um grupo de evangélicos suspeitos de praticar intolerância religiosa2. O grupo se posicionou em frente ao terreiro com um carro de som proferindo palavras ofensivas contra os integrantes da casa2. Este é apenas um dos muitos incidentes que destacam a hostilidade enfrentada por essas comunidades.
Além disso, quase metade dos terreiros do país registrou até cinco ataques nos últimos dois anos3. Esses ataques não se limitam aos terreiros, mas também ocorrem quando uma pessoa é identificada como adepta de alguma religião de matriz africana na rua, na escola, no comércio, numa repartição pública ou até quando vai pedir ajuda numa delegacia para denunciar este tipo de preconceito3.
Esses incidentes são uma clara violação dos direitos humanos e da liberdade religiosa. É crucial que haja uma maior conscientização sobre essas questões e que sejam tomadas medidas para proteger essas comunidades e garantir que elas possam praticar suas crenças livremente. A luta contra a intolerância religiosa é uma responsabilidade coletiva e requer o compromisso de todos nós.
Jucelio Franco.
Coordenador do Instituto Agontinmê e do Coletivo Homem, Falando de Sua Saúde.
quarta-feira, 6 de setembro de 2023
Saúde mental da população negra no Brasil.
sábado, 2 de setembro de 2023
A SAÚDE DO HOMEM NEGRO BRASILEIRO.
A saúde do homem negro brasileiro em um país marcado pelo racismo estrutural é um tema complexo e urgente que merece toda a nossa atenção. De acordo com dados do IBGE, os negros representam a maioria da população brasileira, sendo 56% do total, porém, enfrentam inúmeras desigualdades sociais, econômicas e, principalmente, na área da saúde.
Desde os tempos da escravidão, o homem negro no Brasil foi submetido a condições degradantes, trabalho exaustivo e violência constante. Essa realidade histórica deixou marcas profundas na saúde dessa população, que até os dias atuais enfrenta altos índices de morte precoce, doenças crônicas e agravamento de problemas de saúde.
O Sistema Único de Saúde (SUS) deveria ser a principal porta de acesso à saúde para todos os brasileiros, no entanto, evidências mostram que as políticas de saúde não contemplam as necessidades específicas do homem negro. Pesquisas revelam que eles têm menor expectativa de vida, maior índice de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e câncer, em comparação com outros grupos étnicos.
Outro grave problema enfrentado pelo homem negro é a violência. Dados do Atlas da Violência mostram que a taxa de homicídios entre jovens negros é muito superior à de jovens brancos. Essa violência também afeta diretamente a saúde mental, resultando em traumas, ansiedade e depressão.
Diante dessa realidade, questionamos o descaso e a falta de políticas públicas efetivas voltadas para a saúde do homem negro. É inadmissível que em um país que se denomina democrático, ainda existam tantas desigualdades raciais na área da saúde.
Como
afirmou o geógrafo Nilton Santos, "Onde há racismo, não há
democracia". Precisamos urgentemente desconstruir esse sistema estrutural
de racismo e garantir o direito à saúde de todos os brasileiros, incluindo o
homem negro. É fundamental que sejam desenvolvidas políticas públicas e ações
afirmativas que levem em consideração as particularidades dessa população,
promovendo acesso igualitário aos serviços de saúde e garantindo uma vida digna
para todos.
Jucelio
Franco
Coordenador
do Instituto Agontinmê
e
Coordenador Estadual do Coletivo Homem Falando de Sua Saúde
terça-feira, 29 de novembro de 2022
Benedita da Silva denuncia ter sido vítima de agressões racistas e xingamentos no aeroporto de Brasília.
A deputada Benedita da Silva (PT-RJ) foi ao Plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (29) denunciar um caso de violência política e insultos racistas feitos contra ela na quinta-feira (24) em um guichê do aeroporto de Brasília.
“Na quinta-feira, eu fui hostilizada no aeroporto. Nesses 80 anos da minha vida, eu nunca vi ninguém ousar tanto com uma frase que eu nem quero repetir aqui! Foi uma coisa violenta, e todos ficaram pasmos de ver!”, afirmou a deputada, que também condenou ataques sofridos recentemente pelo artista Gilberto Gil no Catar.
O agressor, segundo ela, estava acompanhado da mulher e dos filhos enquanto proferia insultos. “Eu, no guichê, não fazia nada ali a não ser ver a passagem para a troca do meu voo, e ele saiu de onde estava, acompanhado de mulher e filhos, e teve a coragem de me maltratar verbalmente, querendo que eu ficasse ali humilhada. Mas eu fiquei de cabeça erguida, porque eu não sou uma pessoa odiosa”, disse.
Discursos em Plenário
O deputado Charles Fernandes (PSD-BA), que presidia a sessão durante o pronunciamento de Benedita da Silva, afirmou que a Casa lamenta e repudia qualquer tipo de ação de violência contra parlamentares. “Os parlamentares foram eleitos de forma democrática e aqui representam os seus estados, representam o seu povo. Nós queremos que todos tenham respeito”, disse.
A parlamentar recebeu solidariedade de colegas de vários partidos. O deputado Luiz Lima (PL-RJ), defensor do presidente Jair Bolsonaro, afirmou que as divergências políticas sempre foram tratadas com respeito.
“Eu repudio qualquer ação que venha contra uma senhora que há muito tempo está na vida política. Repito, mesmo tendo divergências políticas, sua excelência tem qualidades. Ela é uma mãe, ela é uma avó, ela é uma bisavó”, disse.
O deputado Vicentinho (PT-SP) também defendeu a deputada Benedita da Silva, a quem se referiu como “minha irmã”. “Benê, você é nossa companheira de todas as horas. Você é uma imagem que dá tanto orgulho para o Brasil que, ao ser atingida, também nos sentimos atingidos. Você mesma é daquelas que diz que não devemos soltar a mão de ninguém. Agora nós estamos de mãos juntas, muito solidários”, declarou.
Com Agência Câmara
por alan.alex@painelpolitico.com29 de novembro de 2022.
Fonte:
segunda-feira, 24 de maio de 2021
Livro narra perseguição da ditadura a Tony Tornado: ‘importou o gesto-símbolo do poder negro’
O livro “Dançando na mira da ditadura: bailes soul e violência contra a população negra nos anos 1970” vai mostrar como a juventude negra foi alvo de violações durante o regime militar. A obra foi escrita por Lucas Pedretti, o historiador que encontrou o dossiê usado para prender Caetano Veloso, ponto de partida do filme “Narciso em férias”.
Entre diversos documentos e situações, Pedretti narra como Tony Tornado foi alvo do Centro de Informações do Exército durante o 5º Festival Internacional da Canção, em 1970. No documento intitulado “Flávio Cavalcanti, Tony Tornado e Danuza Leão tentam suscitar o problema da discriminação racial no Brasil”, os militares relatam que Tony importou o “gesto-símbolo do ‘poder negro’ (comunista)”.
O relatório revela que “toda máquina policial se movimentou nos bastidores do Maracanãzinho para impedir os gestos de caráter político do cantor” — ou seja, a saudação à moda dos Panteras Negras.
O livro, que será editado neste ano pelo Arquivo Nacional, também descreve como o Exército monitorou outros artistas negros.
Áudio da Matéria:
Vitima de atentado a bala, líder do movimento Black Lives Matter , conhecida como a "Pantera Negra de Oxford", está em estado grave.
(Foto: Getty)
Áudio de Matéria no final da pagina.
Organização de Sasha Johnson, o Taking The Initiative Party, revelou que inglesa recebeu inúmeras ameaças de morte.
O partido Taking the Initiative revelou que Sasha Johnson, uma das principais ativistas do movimento Black Lives Matter no Reino Unido e que ficou conhecida como a Pantera Negra de Ofxord, está internada em estado grave na UTI depois de ser "brutalmente atacada" na madrugada de domingo. O grupo alega que o ataque, ocorrido em Southwark, no sul de Londres, ocorreu após "inúmeras ameaças de morte".
Sasha foi baleada na cabeça na madrugada de domingo perto de uma festa em Londres, quando estava ao lado de alguns de seus apoiadores, que insistem que o atentado foi "o resultado de seu ativismo". No entanto, a Polícia Metropolitana insiste que não há nada que sugira que tenha sido um ataque direcionado ou que a vítima tenha recebido ameaças confiáveis contra ela antes do tiroteio, por volta das três da manhã de ontem.
Os policiais disseram que a mulher foi levada a um hospital no sul de Londres com ferimentos fatais e abordaram testemunhas atrás de depoimentos para descobrir quem teria efetuado o disparo. Detetives do Comando de Especialistas em Crimes do Met estão conduzindo investigações no local e na área ao redor e estão abordando diferentes linhas de investigação.
Em depoimento, um representante da polícia afirmou: "Este foi um incidente chocante que deixou uma jovem com ferimentos muito graves. Nossos pensamentos estão com sua família, que está recebendo apoio neste momento terrivelmente difícil". "Se você viu algo suspeito na área da Consort Road nas primeiras horas da manhã de domingo ou se ouviu informações que desde então poderiam ajudar os detetives, é fundamental que você entre em contato", continuou o investigador.
Sasha, mãe de dois filhos e formada pela Oxford Brookes University, tem sido uma figura importante no movimento Black Lives Matter no Reino Unido e é membro do comitê de liderança do Taking the Initiative Party. Em comunicado oficial, a organização escreveu: "Sasha sempre lutou ativamente pelos negros e pelas injustiças que cercam a comunidade negra, além de ser membro do BLM e do Comitê de Liderança Executiva do Taking the Initiative Party. Sasha também é mãe de dois filhos e uma voz forte e poderosa para nosso povo e nossa comunidade. Vamos todos nos reunir e orar por Sasha, orar por sua recuperação e mostrar nosso apoio a sua família e entes queridos".
Áudio de Matéria:
